[…] O passado é o que foi, é a flor que murchou, o sol que se apagou, o cadáver que apodreceu. Lágrimas a ele? fôra loucura. Que durma com suas lembranças negras! revivam, acordem apenas os misótis abertos naquele pântano sobreague naquele não-ser o eflúvio de alguma lambrança pura!